Publicado em 9 de setembro de 2026, o relatório "Forced CEO Departures", do The Conference Board e da ESGAUGE, em colaboração com Semler Brossy e Egon Zehnder, examina desligamentos de CEOs entre 2024 e agosto de 2026 em empresas de dois índices acionários dos Estados Unidos: o Russell 3000, que abrange companhias de diferentes portes, e o S&P 500, concentrado em grandes companhias.
No caso do Russell 3000, foram registrados 49 desligamentos forçados em 2024 e 55 em 2025, cerca de um em cada sete casos de sucessão. O baixo desempenho respondeu por 31% dos desligamentos em 2024 e 44% em 2025, permanecendo como principal categoria até agosto de 2026. Já no S&P 500, a pressão de investidores ativistas esteve associada a oito dos 19 casos identificados no período.
Baixo desempenho, pressão ativista e desligamento sem justa causa responderam, juntos, por 70% dos casos no período e 78% em 2025. O estudo também não identificou relação consistente entre o porte da empresa e esses desligamentos.
Segundo o relatório, os conselhos devem avaliar, além dos resultados financeiros de curto prazo, a execução estratégica, a posição competitiva, a capacidade organizacional e o avanço em metas acordadas. O estudo recomenda ainda um plano acelerado de sucessão e o acompanhamento preventivo das preocupações dos acionistas.
A pesquisa "Forced CEO Departures" está disponível no site da The Conference Board.